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domingo, 27 de junho de 2010

O GUERREIRO NA COPA GHANA! ABRAONG AFRO

O ULTIMO GUERREIRO AFRICANO NA COPA " GHANA"
A ABRAONG A ONG MAIS AFRICANA DO PAIS TEM A HONRA DE PARABENIZAR OS GUERREIROS AFRICANOS DE GHANA!


Talvez a mais visível (e vendável) contribuição cultural de Gana atualmente seja o tecido conhecido como kente, que é amplamente reconhecido por suas cores e simbolismo. O kente é feito por habilidosos tecelões ganenses, e os principais centros de tecelagem situam-se em volta da cidade de Kumasi (Bonwire é conhecida como a terra do kente, apesar de algumas áreas da região do rio Volta também reclamarem o título).
Ali se encontram vários tecelões produzindo longas peças de kente. Estas peças podem ser costuradas juntas para formarem os grandes
turbantes que são usados por alguns ganenses (especialmente chefes) e são comprados por turistas em Acra e Kumasi.
Após a independência, a
música de Gana floresceu, particularmente um estilo dançante chamado high life, que é muito tocado nos bares e clubes do país. Muitos ganenses são adeptos da percussão, e não é incomum escutarem-se tambores sendo tocados em eventos sociais.

Retrospecto da seleção de Gana na Copa das Nações Africanas:

1963 e 1965 - Campeã

1968 e 1970 - Vice-campeã

1978 - Campeã

1992 - Vice-campeã

Ficha da Seleção de Gana::Federação: Ghana Football Association (GFA)Fundação: 1957Afiliada da FIFA desde: 1958

Principais jogadores: Stephen Appiah, Michael Essien e Sulley Muntari


Primeiro Jogo: Gana 1 x 0 Nigéria (Accra, Gana - 28.05.1950)


Maior vitória: Quênia 0 x 13 Gana (Nairóbi, Quênia - 12.12.1965)


Maior derrota: Brasil 8 x 2 Gana (São José, Brasil - 27.03.1996)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Cultura Africana " Entidades de Luz chamado Pretos Velhos" ABRAONG

As grandes metrópoles do período colonial: Portugal, Espanha, Inglaterra, França, etc; subjugaram nações africanas, fazendo dos negros mercadorias, objetos sem direitos ou alma.Os negros africanos foram levados a diversas colônias espalhadas principalmente nas Américas e em plantações no Sul de Portugal e em serviços de casa na Inglaterra e França.Os traficantes coloniais utilizavam-se de diversas técnicas para poder arrematar os negros:Chegavam de assalto e prendiam os mais jovens e mais fortes da tribo, que viviam principalmente no litoral Oeste, no Centro-oeste



Nordeste e Sul da África.Trocavam por mercadoria: espelhos, facas, bebidas, etc. Os cativos de uma tribo que fora vencida em guerras tribais ou corrompiam os chefes da tribo financiando as guerras e fazendo dos vencidos escravos.No Brasil os escravos negros chegavam por Recife e Salvador, nos séculos XVI e XVII, e no Rio de Janeiro, no século XVIII.




Os primeiros grupos que vieram para essas regiões foram os bantos; cabindos; sudaneses; iorubás; geges; hauçá; minas e malês.A valorização do tráfico negreiro, fonte da riqueza colonial, custou muito caro; em quatro séculos, do XV ao XIX, a África perdeu, entre escravizados e mortos 65 a 75 milhões de pessoas, e estas constituiam uma parte selecionada da população.

Arrancados de sua terra de origem, uma vida amarga e penosa esperava esses homens e mulheres na colônia: trabalho de sol a sol nas grandes fazendas de açúcar. Tanto esforço, que um africano aqui chegado durava, em média, de sete a dez anos! Em troca de seu trabalho os negros recebiam três "pês": Pau, Pano e Pão. E reagiam a tantos tormentos suicidando-se, evitando a reprodução, assassinando feitores, capitães-do-mato e proprietários. Em seus cultos, os escravos resistiam, simbolicamente, à dominação.

A "macumba" era, e ainda é, um ritual de liberdade, protesto, reação à opressão. As rezas, batucadas, danças e cantos eram maneiras de aliviar a asfixia da escravidão. A resistência também acontecia na fuga das fazendas e na formação dos quilombos, onde os negros tentaram reconstituir sua vida africana. Um dos maiores quilombos foi o Quilombo dos Palmares onde reinou Ganga Zumba ao lado de seu guerreiro Zumbi (protegido de Ogum).


Mesmo contando com a religião, suas cerimônias, cânticos, esses moços logicamente não poderiam resistir à erosão que o grande mestre, o tempo, produz sobre o invólucro carnal, como todos os mortais. Mas a mente não envelhece, apenas amadurece.

Não podendo mais trabalhar duro de sol a sol, constituíram-se a nata da sociedade negra subjugada. Contudo, o peso dos anos é implacavelmente destruidor, como sempre acontece. O ato final da peça que encarnamos no vale de lágrimas que é o planeta Terra é a morte. Mas eles voltaram.
A sua missão não estava ainda cumprida. Precisavam evoluir gradualmente no plano espiritual. Muitos ainda, usando seu linguajar característico, praticando os sagrados rituais do culto, utilizados desde tempos imemoriais, manifestaram-se em indivíduos previamente selecionados de acordo com a sua ascendência (linhagem), costumes, tradições e cultura. Teriam que possuir a essência intrínseca da civilização que se aprimorou após incontáveis anos de vivência.
ABRAONG MANTENDO VIVA A CHAMA DA COMUNIDADE AFRO BRASILEIRA E AFRICANA NO BRASIL .

terça-feira, 25 de maio de 2010

ABRAONG CALENDARIO COPA AFRICA DO SUL 2010


PAISES AFRICANOS NA COPA DO MUNDO 2010 - AFRICA DO SUL CALENDARIO


AFRICA DO SUL

NIGERIA

ARGELIA

GANA

CAMAROES

COSTA DO MARFIM


ABRAONG - COPA DO MUNDO AFRICA DO SUL 2010 paises AFRICANOS

quarta-feira, 12 de maio de 2010

OGUM O HEROI AFRICANO! - ABRAONG


ELE É SEM DUVIDAS HEROI AFRICANO

E DOS DESCENDENTES AFROS NO MUNDO TODO!

EIS O GUERREIRO!

Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, Soldado do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protector do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.
Divindade do panteão Africano conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.
Entre os muitos Estados conquistados por Ogum estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após vencer o rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré.


Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.


Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço segundo os yorubanos . Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.
Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. venceu muita gente, matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado.
Espada! Eis o braço de Ogum.

ABRAONG TEM A HONRA DE APRESENTAR O HEROI AFRICANO , GUERREIRO , FORTE E DESBRAVADOR!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Parabens Grau Comendador , Comendador do Mérito Fauna e Flora do Brasil

Parabéns ao Comendador Edson Rafael Delanezi por seus merecimentos e luta para a defesa da Fauna e Flora do Brasil, fora o trabalho de consolar os corações aflitos e levar ao próximo a palavra de amor e perdão entre as religiões foi elevado ao Grau Comendador , Comendador do Mérito Fauna e Flora do Brasil Numero de registro 001 – C .
As congratulações da ABRAONG – ONG AFRO – FTABH - PROJETO FLORESTA VIVA MANAUS AMAZONAS - LIGA INTERNACIONAL NOBILIARQUICA DO CODIGO MARRANO E ALIANÇAS ( ESPANHA – BRASILIA – SANTA CATARINA – SÃO PAULO - AMAZONAS) MISSIONARIOS INTERNACIONAIS PRO HAITI – ONU – CEALI ( CENTRO ESTUDANTIL ARABE IMAM ALI) YIAMI CONSUL GELEDE NO BRASIL E NIGERIA .

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Abraong a Honra de apresentar maravilhoso filme Afro Brasileiro - Besouro


Manuel Henrique Pereira (18951924), conhecido como Besouro Mangangá ou Besouro Cordão de Ouro foi um lendário capoeirista da região de Santo Amaro da Purificação, na Bahia.

A Abraong Tem a Honra de apresentar este maravilhoso filme Afro Brasileiro que esta renovando a visão da cultura afro no Brasil e o cinema Mundial.

A palavra capoeirista assombrava homens e mulheres, mas o velho escravo Tio Alípio nutria grande admiração pelo filho de João Grosso e Maria Haifa. Era o menino Manoel Henrique que, desde cedo aprendeu, com o Mestre Alípio, os segredos da Capoeira na Rua do Trapiche de Baixo, em Santo Amaro da Purificação, sendo batizado com Besouro Mangangá por causa da sua flexibilidade e facilidade de desaparecer quando a hora era para tal.


Besouro - O Filme

Direção: João Daniel Tikhomiroff


Besouro também é o nome do maior capoeirista de todos os tempos. Um menino que, ao se identificar com o inseto que desafia as leis da Física, desafia ele mesmo as leis cruéis do preconceito e da opressão. Um mito, um super-herói.
O filme Besouro, que conta a sua história, é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.
Inspirado em fatos reais, Besouro será um filme de aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este personagem real que se tornou lenda. Queremos que ele seja, para a capoeira, o que filmes chineses contemporâneos como Herói e O Tigre e o Dragão são para as artes marciais orientais:um espetáculo de aventura, onde a paixão, o misticismo e a emoção têm papel central.


Muitos e grandiosos feitos lhe são atribuídos. Diziam que não gostava da polícia (que diversas vezes frustou-se ao tentar prendê-lo), que tinha o "corpo fechado" e que balas e punhais não podiam feri-lo. Certa época, quando Besouro trabalhou numa usina, por não receber o ordenado, segurou o patrão pelo cavanhaque e o obrigou a pagar o que lhe devia.




As circunstâncias de sua morte são contraditórias. Há versões que afirmam que Besouro morreu em um confronto com a polícia; outras, que foi traído, com um ataque de faca pelas costas. Esta última é muito cantada e transmitida oralmente na capoeira. Um fazendeiro, conhecido por Dr. Zeca, após seu filho Memeu apanhar de Besouro, armou uma cilada, mandando-o entregar um bilhete a um amigo que administrava a fazenda Maracangalha. Tal bilhete pedia para que seu portador fosse morto. Besouro, analfabeto, não pôde ler que aquele bilhete era endereçado ao seu assassino e que esclarecia que o portador era a vítima, ou seja, ele próprio. Assim, no dia seguinte, ao voltar para saber a resposta, 40 soldados o estavam esperando. Um homem conhecido por Eusébio de Quibaca acertou-lhe nas costa uma faca de tucum (ou ticum), um tipo de madeira, tida como a única arma capaz de matar um homem de Corpo Fechado.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Sinhá Moça volta às telas da Globo - ABRAONG


A história é ambientada na pequena cidade de Araruna, praticamente comandada pelo Barão de Araruna (Osmar Prado), o maior dono de terras da região. O Barão trata seus escravos à base de chibatadas e é capaz de ordenar as maiores atrocidades contra eles. É temido por isso e nem imagina que a sua própria filha, a doce e determinada Sinhá Moça (Débora Falabella), é a favor das idéias abolicionistas.

Sinhá Moça está voltando para a fazenda de seus pais depois de um período de estudos na capital da província. Para surpreender a família, decide viajar sozinha, o que é considerado uma afronta para a época. Envia até um telegrama para a fazenda, mas não sem antes se assegurar de que seus pais lerão a mensagem um pouco antes de sua chegada.


Durante a viagem, Sinhá conhece Rodolfo (Danton Mello), um jovem advogado que está retornando para sua cidade natal.

Assim que Rodolfo tenta iniciar uma conversa, Sinhá Moça responde de forma ríspida. Mas muda sua postura quando descobre que Rodolfo é filho do Dr. Fontes (Reginaldo Faria), um famoso advogado em Araruna. Os dois iniciam uma conversa que só termina quando o trem chega à estação. Rodolfo fica encantado com a doçura e firmeza de Sinhá Moça e ela também se impressiona com o advogado.

Mas o maior problema de Rodolfo é o Barão de Araruna. O advogado logo fica sabendo que o pai de Sinhá Moça é o maior escravocrata da região e percebe que, para se aproximar do barão sem levantar suspeitas, precisa ocultar o fato de ser um republicano e abolicionista. E é com muito esmero que se encarrega de fazer discursos pró-monarquistas e a favor da escravidão. O Barão aprova e sugere que Rodolfo se case com sua filha Sinhá Moça. Sem grande esforço, o advogado consegue o que queria, mas, ao mesmo tempo, está cada vez mais distante de Sinhá Moça. Agora Rodolfo precisa conquistar a simpatia da amada tomando os devidos cuidados para não enfurecer

o Barão de Araruna.

De autoria de Benedito Ruy Barbosa e adaptada por Edmara e Edilene Barbosa, a novela teve direção de núcleo de núcleo de Ricardo Waddington, direção geral de Rogério Gomes e direção de Luiz Antônio Pillar e Marcelo Travesso




Uma Otima novela que a ABRAONG RECOMENDA COMO COMUNIDADE AFRO NO BRASIL E AFRICA.

sábado, 6 de março de 2010

APOIO DA COMUNIDADE AFRO BRASILEIRA AO DR. ANTHONY MOHAMMAD

O preconceito racial é o que mais se abrange em todo o mundo, pois as pessoas julgam as demais por causa de sua cor, ou melhor, raça.
Brasil país da miscigenação onde a maioria da população são de negros; possui sim, um preconceito não tão divulgado, mas encoberto, escondido e disfarçado com palavras utópicas de que todos são iguais diante da lei e da sociedade.



Fica nossa Repulsa em qualquer preconceito racial ou de origem a ABRAONG Organização Afro Brasileira vem dar total apoio a Dr. Anthony Mohammad pois se não apoiamos aqueles que fazem a paz e tentam unir povos , o que seremos?
Nos como representantes da raça Negra afro brasileira temos o dever de apoiar estas questões.


Oficial de paz dentre missões de patrulha aérea Pac , Embaixador da paz , infelizmente estes dias foi vitima de ataques contra sua honra , isso tudo por seu trabalho forte e constatado em todo Brasil e internacional.
Dr. Anthony Mohammad tem sua vida límpida a todos e pessoa de fé e de paz.
“ Fico feliz por nosso trabalho estar dando resultados, digo nosso pois não estou sozinho na luta , Estamos com um bolo que cresce e seu fermento e tão grande que ocupa toda uma porção .”
Palavras de Dr. Anthony Mohammad que esta com a bandeira de “ Chega preconceitos”
Isso inclui todos os credos , e pessoas como ele mesmo diz:
“ Hoje em dia vivemos em um mundo doente pois a preconceito contra pessoas diferentes e ser diferente e normal , vemos contra idosos , homo sexuais , afro descendentes , origens , pessoas obesas , e isso tudo faz parte de um mundo capitalista e discriminatório”
Infelizmente vemos os caluniadores tentarem colocar comunidades em guerra confundindo a cabeça da população , isso tudo para destruir um trabalho de paz , contra preconceitos das minorias que ao mesmo tempo são maioria.
“ Isso faz parte de movimentos discriminatórios , tentando confundir a mente das pessoas “Palavras de Dr. Anthony Mohammad um pesquisador e teólogo , homem de paz e justiça .



Qualquer cidadão, de uma determinada raça, olha para um irmão seu que é de outra raça, mas que é diferente na cor, nas suas aptidões, nos seus costumes e o discrimina, julgando-o inferior, é um preconceito racial. É a pratica da discriminação racial, pois está julgando sua raça superior a do outro. É a tendência de um pensamento distorcido em que um grupo se acha o certo, o bom, o correto e julga o outro grupo racial diferente. Estes fatores de rescisão têm suas raízes na história dos povos em que suas relações eram sempre de um vencedor e de um vencido, independente de raça, pois muitas vezes, povos da mesma matriz racial guerreavam entre si.

" A Raça Africana vem recebendo durante anos a mão pesada da discriminação! As pessoas forjam origens e nomes a raças tambem como judaica e arabe"

Dr. Anthony Mohammad

preconceito racial é histórico. Na Idade Média, desenvolveu-se a idéia da superioridade religiosa. Essa Cultura Religiosa estabeleceu entre os portugueses e os africanos, que apesar de não terem atritos raciais, os negros foram tão subjugados que passaram a ser comercializados pelos brancos europeus, nos famosos mercados de escravos, para atender uma necessidade de trabalhadores numa sociedade, e não por uma questão racial.

No Século XIX, houve na Europa, uma tentativa de explicação científica para o racismo e o preconceito racial quando o Conde de Gobineru sustentou que a raça Ariana nasceu na aristocracia dominadora da Civilização Européia, afirmando que os arianos eram os senhores naturais das outras raças, consideradas raças inferiores. Nos EUA, o preconceito racial chegou ao extremo, quando negros, índios, asiáticos e latino-americanos, com a Lei Jim Crow negava aos cidadãos não brancos, uma série de direitos, além de serem submetidos a linchações e a serem queimados vivos sem julgamento. Não esqueça que a História nos dá lições de como não agir com os nossos semelhantes. São fatos que denegriram a história da humanidade. O Nazismo trouxe novamente o mito da raça Ariana, identificando-a com o povo alemão. Hoje se sabe que todas as raças provêm de um só tronco, o homo sapiens. Somos uma evolução do homo sapiens. Não existem raças superiores ou inferiores, elas são sim senhor, simplesmente diferentes, e segundo Kardeck, todas passaram pelo mesmo estágio evolutivo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ABRAONG E POESIARTE IVº CONCURSO DE POESIA



ABRAONG com seus inumeros trabalhos para a comunidade vem trazendo e patrocinando o concurso Poesiarte.

Aproveitando a grande açao no Amazonas para a fauna e flora que vem juntamente com seus parceiros como CEALI ( Centro Estudantil arabe Imam Ali) Embaixada da paz do signatario pacto global da ONU.


REGULAMENTO
1-Participantes:

Poderão participar do concurso moradores do município de Cabo Frio e demais municípios do Brasil, com idade a partir de 8 anos e também aceitando participações internacionais, sendo que o poemas sejam escritos em língua portuguesa.


Tema: TERRA MUITO MAIS QUE NOSSO HABITAT
Justificativa: O tema é abrangente e tem como objetivo trazer a reflexão para os participantes.

Os trabalhos deverão ser inéditos, isto é, ainda não publicados em nenhum meu de comunicação ou em livro e principalmente por sites na internet.

O corpo de jurados será formado por profissionais da área, altamente qualificados e designados pela Comissão Organizadora do Concurso.


Premiação:

9.1. O primeiro colocado receberá um certificado de participação e dois livros poesia com a medalha de Ouro da ABRAONG


9.2. O segundo colocado receberá um livro de poesia e um certificado com a medalha de prata da ABRAONG

9.3. O terceiro colocado receberá um troféu e um certificado
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