HOMENAGEM A COMUNIDADE CRISTÃ NO BRASIL E ARGENTINA . ABRAONG A ONG MAIS AFRO DO PAÍS JUNTAMENTE COM A COMUNIDADE DE PAZ !
PAPA FRANCISCO I
quinta-feira, 14 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Homenagem ABRAONG ao povo Japonês
A ONG AFRO BRASILEIRA HOMENAGEIA O POVO JAPONÊS.
11 DE MARÇO COMPLETA 2 ANOS DA TRAGÉDIA .
COMUNIDADE AFRICANA NO BRASIL E COMUNIDADE JAPONESA UNIDOS PARA A PAZ.
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Homenagem da ABRAONG á Hugo Chávez Frías
Aos 17 anos, Hugo Chávez ingressou na Academia Militar da Venezuela, graduando-se, em 1975,
em Ciências e Artes Militares, ramo de Engenharia. Prosseguiu na carreira
militar, atingido o posto de tenente-coronel
Em 5 de março de 2013 o então vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro informa que Hugo Chávez morre aos 58 anos na capital Caracas, às
16h25m locais.
"Não (há intenção de nacionalizar) absolutamente nada.
Estamos dispostos a dar facilidades aos capitais privados internacionais para
que venham investir." (Hugo Chávez)
"Juro diante do meu povo que, sobre esta moribunda
Constituição, farei cumprir, impulsionarei as transformações democráticas para
que a república tenha uma nova Carta Magna adequada aos novos tempos." (Hugo
Chávez)
"Ser rico é mau, é desumano. Assim eu digo, e condeno os
ricos." (Hugo Chávez)
“Aqui estamos os filhos de Bolívar, os filhos de
Guaicaipuro, os filhos de Túpac Amaru e estamos resolvidos a ser livres." (Hugo
Chávez)
"Obama é uma fraude, uma fraude total. Se eu pudesse
ser candidato nos EUA ganharia de você, ganharia por 80 x 20 (por cento),
ganharia com toda essa gente boa que você tem." (Hugo Chávez)
A ABRAONG PRESTA ESTA HOMENAGEM AO GRANDE PRESIDENTE HUGO
CHAVEZ E AO POVO VENEZUELANO .
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Abraong apoia concurso de poemas 2013
Abraong apoia
a longa data o concurso de poemas e poesias “ Poesiarte “.
As medalhas
de apoio foram enviadas pela ABRAONG ao
Arraial do Cabo RJ e congratularam o poeta Edweine no Japão.
É com muita
alegria que a ABRAONG ( Ong mais afro do Brasil) congratula este poeta Japonês.
E os parabéns
ao comendador e Presidente Rodrigo Poeta amigo de longas datas da comunidade
Africana no Brasil.
Palavras do
poeta vencedor
Amigos, muito
feliz. Acabo de receber o prêmio que me trouxe uma de minhas maiores alegrias
nestes 20 anos de Literatura: o Prêmio pelo Primeiro Lugar no VII Concurso
Poesiarte (Arraial do Cabo/RJ), obtido com o meu poema “Filho da Floresta”, num
certame que contou com autores e textos de altíssimo nível. Aqui exibo com um
grande sorriso: a medalha de ouro, o certificado, a caricatura feita pelo Mestre
Zel Humor e o livro “Sobre as Ondas”, da Poetisa Celise Reis, além de um belo
cartão postal da cidade do Rio de Janeiro – prêmios que guardarei para sempre
num lugar especial: na estante e em meu coração. Quero agradecer ao organizador
do evento, Rodrigo Poeta, , um verdadeiro guerreiro em prol da Literatura
e das Artes; a todos os jurados; e aos meus colegas poetas que participaram e
abrilhantaram o concurso. Quero agradecer também a minha esposa, Nao Yamada, Flor de minha vida, e a todos vocês, amigos, que
incentivam este Poeta todos os dias. Deus abençoe a todos nesta longa estrada
da vida.
Saudações deste poeta no Japão. Muito, muito feliz, realmente. ( Poeta Edweine)
Saudações deste poeta no Japão. Muito, muito feliz, realmente. ( Poeta Edweine)
Medalha de colaboração da ABRAONG ao concurso POESIARTE
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
11 DE FEVEREIRO NOSSA SENHORA DE LOURDES
Em 1858 ( 11 de Fevereiro), na vila francesa de Lourdes, às
margens do rio Gave, Nossa Senhora de Lourdes , Santa Maria manifestou de
maneira direta e próxima seu profundo amor para com devotos, aparecendo-se a
uma menina de 14 anos, chamada Bernadete (Bernardita) Soubirous.
A história da aparição começa quando Bernadete, que nasceu em 7 de janeiro de 1844, saiu, junto com duas amigas, em busca de lenha na Pedra de Masabielle.
A história da aparição começa quando Bernadete, que nasceu em 7 de janeiro de 1844, saiu, junto com duas amigas, em busca de lenha na Pedra de Masabielle.
“Ela vinha toda vestida de branco, com um cinto azul, um
rosário entre seus dedos e uma rosa dourada em cada pé. Saudou-me inclinando a
cabeça. Eu, achando que estava sonhando, esfreguei os olhos; mas levantando a
vista vi novamente a bela Senhora que me sorria e me pedia que me aproximasse.
Mas eu não me atrevia. Não que tivesse medo, porque quando alguém tem medo
foge, e eu teria ficado alí olhando-a toda a vida. Então tive a ideia de rezar
e tirei o rosário. Ajoelhei-me. Vi que a Senhora se persignava ao mesmo tempo
em que eu. Enquanto ia passando as contas ela escutava as Ave-marias sem dizer
nada, mas passando também por suas mãos as contas do rosário. E quando eu dizia
o Glória ao Pai, Ela o dizia também, inclinando um pouco a cabeça. Terminando o
rosário, sorriu para mim outra vez e retrocedendo para as sombras da grupa,
desapareceu”.
Em poucos dias, a Virgem volta a aparecer a Bernadete na mesma gruta.
Em poucos dias, a Virgem volta a aparecer a Bernadete na mesma gruta.
Santa Bernadete foi canonizada em 8 de Dezembro de 1933. Seu
corpo incorrupto ainda pode ser visitado no Convento de Nevers, dentro de um
féretro de cristal. A festividade da Santa se celebra em 16 de Abril.
A ABRAONG ONG MAIS AFRO DO BRASIL TRAZ COM TODO RESPEITO A
HOMENAGEM Á NOSSA SENHORA DE LOURDES .
domingo, 6 de janeiro de 2013
O Dia de Reis 06 de Janeiro
Dia de Reis
O Dia de Reis é uma data especial celebrada pelos fiéis da religião Católica e Afro Brasileiras , e a data seria o momento em que Jesus Cristo, recem nascido, recebe a visita dos três reis magos, no dia 6 de janeiro.
Em alguns países da Europa, como Portugal e Espanha, existem algumas tradições para essa data, como deixar sapatos na janela com capim dentro, e no dia seguinte as crianças encontrariam doces no lugar do capim, simbolizando os presentes que os reis levaram para Jesus. Em Portugal o Bolo-Rei e muitos outros doces também são feitos especialmente para essa data.
Origem do Dia de Reis
O Dia de Reis surgiu quando os três reis magos, Belchior, Gaspar e Baltazar foram até onde Jesus nasceu para lhe levar presentes, e no século VIII a Igreja Católia convertou os reis magos em santos. Essa data também marca o encerramento da celebração do Natal, quando se retira todos os enfeites natalinos e se desarma o presépio.
O Dia de Reis é uma data especial celebrada pelos fiéis da religião Católica e Afro Brasileiras , e a data seria o momento em que Jesus Cristo, recem nascido, recebe a visita dos três reis magos, no dia 6 de janeiro.
Em alguns países da Europa, como Portugal e Espanha, existem algumas tradições para essa data, como deixar sapatos na janela com capim dentro, e no dia seguinte as crianças encontrariam doces no lugar do capim, simbolizando os presentes que os reis levaram para Jesus. Em Portugal o Bolo-Rei e muitos outros doces também são feitos especialmente para essa data.
Origem do Dia de Reis
O Dia de Reis surgiu quando os três reis magos, Belchior, Gaspar e Baltazar foram até onde Jesus nasceu para lhe levar presentes, e no século VIII a Igreja Católia convertou os reis magos em santos. Essa data também marca o encerramento da celebração do Natal, quando se retira todos os enfeites natalinos e se desarma o presépio.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
SARGENTO PAULA Óleo sobre a tela de Álvaro Martins - Paula, A Baiana
Esta é a história da primeira mulher
Fuzileira Naval da História do CFN da Marinha Brasileira.
Antes de a Marinha do Brasil criar o Corpo Feminino, antes mesmo do voto feminino, nós, do Batalhão Naval, já tínhamos eleito a fuzileira honorária: Paula, a Baiana.
Chegou de mansinho, quando éramos Corpo de Infantaria da Marinha, na Ilha das Cobras, lá pelos idos de 1895.
Trazia na bagagem apenas o tabuleiro com bolinhos de tapioca, pés de moleque, cuscuz, laranjas, bananas e a satisfação de atender aos soldados e a todos os que acorriam para refeições ligeiras.
Com o tempo, a curiosa mulher estabeleceu relação tão harmoniosa com a tropa, que foi autorizada a instalar-se no pátio do quartel, com a pequena cantina, batizada de "mafuá de baiana".
Aos poucos se integrou às fainas diárias, familiarizando-se com os toques de corneta.
Quando chegava o comandante, perfilava-se ao lado do tabuleiro.
Já era por convicção uma autêntica militar do Batalhão Naval.
No Sete de Setembro ou qualquer que fosse a data cívica, lá estava ela.
Saia branca engomada e dólmã vermelho com botões dourados, marchava garbosamente, com a cesta de vime à cabeça, misto de mascote e madrinha.
Tinha orgulho de usar o gorro de fita, identificação maior de nosso uniforme.
O povo já a saudava e ela sentia mais orgulho ainda.
Com a venda de suas iguarias se mantinha e pagava o aluguel da casa no subúrbio de Rocha Miranda. Oficiais e praças a tratavam com carinho.
Com Paula Baiana, iniciou-se costume que perdura até hoje na Fortaleza de São José Ilha dos Cobras: as "lavadeiras da pedreira", que ocupam a célebre "Cova da Onça".
Segundo relatos e à luz de documentação iconográfica do Museu do Corpo de Fuzileiro Navais, Paula trajava-se com uniforme de segundo sargento ao final da década de 1920.
Essa fantástica mulher, que conviveu conosco nos conturbados anos da República Velha, morreu dia 20 de abril de 1935, deixando saudades e um legado de amor e gratidão ao velho Batalhão Naval.
Conheça o Museu do Corpo de Fuzileiros Navais
Fortaleza de São José - Ilha das Cobras, Centro
Rio de Janeiro - RJ
Almanaque Brasil
Antes de a Marinha do Brasil criar o Corpo Feminino, antes mesmo do voto feminino, nós, do Batalhão Naval, já tínhamos eleito a fuzileira honorária: Paula, a Baiana.
Chegou de mansinho, quando éramos Corpo de Infantaria da Marinha, na Ilha das Cobras, lá pelos idos de 1895.
Trazia na bagagem apenas o tabuleiro com bolinhos de tapioca, pés de moleque, cuscuz, laranjas, bananas e a satisfação de atender aos soldados e a todos os que acorriam para refeições ligeiras.
Com o tempo, a curiosa mulher estabeleceu relação tão harmoniosa com a tropa, que foi autorizada a instalar-se no pátio do quartel, com a pequena cantina, batizada de "mafuá de baiana".
Aos poucos se integrou às fainas diárias, familiarizando-se com os toques de corneta.
Quando chegava o comandante, perfilava-se ao lado do tabuleiro.
Já era por convicção uma autêntica militar do Batalhão Naval.
No Sete de Setembro ou qualquer que fosse a data cívica, lá estava ela.
Saia branca engomada e dólmã vermelho com botões dourados, marchava garbosamente, com a cesta de vime à cabeça, misto de mascote e madrinha.
Tinha orgulho de usar o gorro de fita, identificação maior de nosso uniforme.
O povo já a saudava e ela sentia mais orgulho ainda.
Com a venda de suas iguarias se mantinha e pagava o aluguel da casa no subúrbio de Rocha Miranda. Oficiais e praças a tratavam com carinho.
Com Paula Baiana, iniciou-se costume que perdura até hoje na Fortaleza de São José Ilha dos Cobras: as "lavadeiras da pedreira", que ocupam a célebre "Cova da Onça".
Segundo relatos e à luz de documentação iconográfica do Museu do Corpo de Fuzileiro Navais, Paula trajava-se com uniforme de segundo sargento ao final da década de 1920.
Essa fantástica mulher, que conviveu conosco nos conturbados anos da República Velha, morreu dia 20 de abril de 1935, deixando saudades e um legado de amor e gratidão ao velho Batalhão Naval.
Conheça o Museu do Corpo de Fuzileiros Navais
Fortaleza de São José - Ilha das Cobras, Centro
Rio de Janeiro - RJ
Almanaque Brasil
segunda-feira, 2 de julho de 2012
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