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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dia 25 De Maio DIA DA AFRICA

A 25 de Maio comemora-se o “Dia de África”. África é o segundo continente mais populoso e mais extenso, depois da Ásia. Pensa-se ter sido em África que nasceram os primeiros seres humanos.


Dos 42 países que a constituem, em 5, fala-se português (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e S. Tomé e Príncipe).


Em 25 de Maio de 1963, reuniram-se em Adis Abeba - Etiópia 32 chefes de estado africanos contra a subordinação que o seu continente sofria há séculos… Ao longo dos tempos e com os mais diversos termos, colonialismo, neocolonialismo, "partilha de África" os povos africanos viam as suas riquezas naturais e humanas roubadas por povos que se consideravam superiores. Na reunião de Adis Abeba, esses líderes criaram a OUA (Organização da Unidade Africana), hoje a União Africana.Dada a importância desse encontro, a ONU, em 1972, instituiu o dia 25 de Maio como Dia da Libertação de África. Simboliza a luta e combate dos povos do continente africano pela sua independência e emancipação. Representa a memória colectiva dos seus povos e o objectivo comum de unidade e solidariedade na luta para o desenvolvimento económico do continente.


Afri era o nome de vários povos que se fixaram perto de Cartago no Norte de África. O seu nome é geralmente relacionado com os fenícios como afar, que significa "poeira", embora uma teoria de 1981, tenha afirmado que o nome também deriva de uma palavra de berbere, ifri, palavra que significa "caverna", em referência à gruta onde residiam.
No tempo dos romanos, Cartago passou a ser a capital da Província de África, que incluiu também a parte costeira da moderna Líbia. Os romanos utilizaram o sufixo "-ca" denotando "país ou território". Mais tarde, o reino muçulmano de Ifriqiya, actualmente Tunísia, também preservou o nome.
NESTE DIA NOS DA ABRAONG DAMOS OS PARABENS A MÃE DO MUNDO!
PARABENS AFRICA

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ganga Zumba O Grande Chefe

Ganga Zumba foi o primeiro líder do Quilombo dos Palmares, ou Janga Angolana, no atual estado de Alagoas, Brasil. Zumba era um escravo que escapou do cativeiro nos canaviais e assumiu uma posição como herdeiro do reino de Palmares e o título de Ganga Zumba. Apesar de alguns documentos portugueses lhe darem este nome e o traduzirem como "Grande Senhor" .

Os quilombos ou mocambos eram refúgios de escravos foragidos, principalmente de origem angolana (Angola), que se refugiavam no interior do Brasil, principalmente na região montanhosa de Pernambuco.

Por volta dos anos de 1670 Ganga Zumba tinha um palácio, três esposas, guardas, ministros e súditos devotos no "castelo" real chamado "Macaco" em homenagem ao animal que havia sido morto no local. O complexo do castelo era formado por 1.500 casas que abrigavam sua família, guardas e oficiais que faziam parte de nobreza. Ele recebia o respeito de um Monarca e as honras de um Lorde Rico e poderoso.

Em 1678, Ganga Zumba aceitou um tratado de paz oferecido pelo Governador Português de Pernambuco, o qual requeria que os habitantes de Palmares se mudassem para o Vale do Cucau. O tratado foi desafiado por Zumbi, um dos sobrinhos de Ganga Zumba, que se revoltou contra ele.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Nelson Rolihlahla Mandela



Mandela formou-se em Direito e desde cedo deu início à sua atividade política. Com a implantação do regime apartheid no país, no fim da década de 40, assumiu frontalmente a sua oposição à segregação e aos preconceitos raciais. Em consequência foi sujeito à prisão e julgamento em 1962.
Como jovem estudante de direito, Mandela envolveu-se na oposição ao regime do
Apartheid, que negava aos negros (maioria da população) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano (conhecido no Brasil pela sigla portuguesa, CNA, e em Portugal pela sigla inglesa, ANC) em 1942, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo (entre outros) uma organização mais dinâmica, a Liga Jovem do ANC/CNA.
Depois da eleição de
1948 dar a vitória aos africâners Partido Nacional apoiantes da política de segregação racial, Mandela tornou-se activo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.




Mandela foi libertado pelo presidente Frederik de Klerk em 1990. Tornou-se então líder do Congresso Nacional Africano (ANC), do qual já de à muito se tornara referência. A sua experiência de luta contra o apartheid, a sua postura de moderado no período de transição para uma ordem democrática sem segregação, o claro objectivo de operar a reconciliação nacional que norteou as suas relações com o Presidente de Klerk, valeram-lhe um inesgotável prestígio no país e no estrangeiro. Mandela é provavelmente o político com maior autoridade moral no continente Africano, o que lhe tem permitido desempenhar o papel de apaziguador de tensões e conflitos.




Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Isabel II, e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush.
Ele é uma das duas únicas pessoas de origem não-indiana a receber o
Bharat Ratna - distinção mais alta da Índia - em 1990. (A outra pessoa não-indiana é a Madre Teresa de Calcutá.)




A partir de 1948, quando os Afrikaaners (brancos de origem holandesa) através do Partido Nacional assumiram o controle hegemônico da política do país, a segregação consolidou-se com a catalogação racial de toda criança recém nascida, com a Lei de Repressão ao Comunismo e com a formação dos Bantustões em 1951, que eram uma forma de dividir os negros em comunidades independentes, ao mesmo tempo em que estimulava-se a divisão tribal, enfraquecia-se a possibilidade de guerras contra o domínio da elite branca. Mesmo assim a organização de mobilizações das populações negras tendeu a crescer: Em 1960 cerca de 10.000 negros queimaram seus passaportes no gueto de Sharpeville e foram violentamente reprimidos.




domingo, 1 de fevereiro de 2009

Os Estudos Africanos no Brasil




É inequívoco que a construção de uma identidade passa pelo conhecimento da própria História, não no sentido de resgatá-la idealisticamente, mas de fazê-la presente como referência cultural. Cerca de 66 milhões de pessoas (44% do total de 150 milhões) fazem do Brasil o segundo maior país de negros ou descendentes de negros do mundo

Perdendo somente para a Nigéria (1991:122.340.000); entretanto, a marca da escravatura e a hegemonia branca obscurecem esta realidade. Esta farsa de olhar e não ver, ou não querer ver, está plenamente estampada no ensino brasileiro. Quem olha para os currículos escolares, do primeiro grau à universidade - salvo raras exceções - não vê a presença negra, senão restrita a algumas lamúrias nas poucas páginas dedicadas à escravatura.





Nos cursos de História os egípcios e mesopotâmios desaparecem pura e simplesmente quando a Europa torna-se hegemônica. A Ásia e a África aparecem e desaparecem não como possuidoras de sua própria historicidade mas como apêndices na História da expansão européia. Passado este capítulo, desaparecem misteriosamente. Fica-nos a impressão de que deixaram de ter História, de existir.


Qualquer brasileiro que tenha passado pelo primeiro grau certamente já ouviu falar da cidade estado grega, do Império Romano, do Sacro Império Romano-Germânico, das potências aliadas;

Alexandre, Nero, dos vários Luízes, Napoleão, Churchil, Roosevelt, Hitler ou Stálin,

mas quem já ouviu falar dos Ashantis, Yorubas, Haussas, Pehuls, Fulas, Bakongos, Makondes, Xhosas, Macuas e Swahílis? E do império do Monomotapa, dos reinos do Daomé, do império Vátua, da Rainha Nzinga, de Mussa Keita, de Sundjata, de Tchaka e Ngungunhana, Amílcar Cabral, Patrice Lumumba, Julius Nyerere ou Samora Machel? Alguém já estudou a respeito? Já ouviu sequer falar?


Por fim cabe lembrar que estes parêntesis em que as culturas africanas estão colocadas, hoje no Brasil, não são casuais. Todos sabemos, desde há muito, que a cultura hegemônica considera-as marginais. Cabe a nós por espírito científico e obrigação de ofício navegar contra esta corrente, trazê-las à superfície não como tábuas salvadoras e restauradoras de um passado perdido, não em busca de um renascimento cultural mas como algo vivo, como expressão de povos dos quais, afinal, também somos descendentes.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

DOAÇÕES PARA ONG LEIA INPORTANTE

Doações para a Organização NÃO SAO FEITAS EM CONTAS DE TERCEIROS

E SIM E SUA CONTA PROPIA NO QUAL EM NOME DA ORGANIZAÇÃO


PARA SANAR FUTUROS PROBLEMAS E NÃO USAREM DE SUA BOA FÉ ENTRE EM CONTATO COM EMAIL
comendador.reis@hotmail.com

MUITA FÉ ! E AMOR A TODOS!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

EMAIL ABRAONG

afroong@bol.com.br

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Responsabilidade Social?

Mas o que é Responsabilidade Social?

A responsabilidade social se apresenta como um tema cada vez mais importante no comportamento das organizações, exercendo impactos nos objetivos, estratégias e no próprio significado da empresa. Procuro trazer alguma contribuição no sentido de uma melhor a compreensão da importância desta estratégia e dos benefícios que a mesma pode trazer para a corporação, quando aplicada corretamente.

Responsabilidade social diz respeito ao cumprimento dos deveres e obrigações dos indivíduos e empresas para com a sociedade em geral.

Mandamentos do social de Sua empresa

O que as entidades precisam normalmente não é o que sua empresa faz, nem o que a sua empresa quer fazer.

Dar aula de inglês para moradores de favelas só porque você tem uma cadeia de escolas de inglês, não é resolver o problema do Terceiro Setor. Mas é o que uma escola de inglês tende a fazer.

Assumir uma responsabilidade social é coisa séria.

Todo o dinheiro gasto em anúncios tipo “Minha Empresa É Mais Responsável do que o Concorrente", poderia ser gasto duplicando as doações de sua empresa.

Entidades têm no social seu “core business”, dedicam 100% do seu tempo, 100% do seu orçamento para o social. Sua empresa pretende ter o mesmo nível de dedicação?
Irmã Lina é a nossa Madre Tereza de Calcutá. Ela veio da Itália cuidar de 300 portadores de hanseníase confinados em Guarulhos, e sabia com certeza que iria morrer da doença, o que não a impediu de cumprir a sua missão.
Sua empresa estaria disposta a morrer pela sua causa social? A maioria das empresas ao primeiro sinal de recessão corta 30% da propaganda, 50% do treinamento e 90% dos projetos sociais. Justamente quando os problemas sociais tendem a aumentar.
As empresas brasileiras estão dedicando em média 1% do lucro ao social, o que corresponde a 0,1% das receitas. As entidades sociais dedicam 100% de suas receitas e 100% do seu tempo.
Se sua empresa socialmente responsável acredita que poderá competir com as “Irmãs Linas” do país, e que terá coragem de subir num palco e receber um Prêmio de Cidadania Corporativa é acreditar que nossos consumidores são um bando de idiotas.
Se você é um executivo de marketing, por acaso você esteve presente quando a Irmã Lina recebeu o seu Prêmio Bem Eficiente? Mas ela notou a sua ausência, e viu o anúncio de sua empresa dizendo como ela se preocupa com o social.


E agora, o que fazer ?
Empresas estão agora ganhando dinheiro vendendo a imagem de bonzinhos na área social. Virou um grande negócio, existem agora interesses a preservar, o lado voluntário e filantrópico se foi para sempre.

Não seja você tambem um deles , faça valer a pena sua Empresa, sua missão , sua razão social
Seja você funcionario , Empresario e etc.
Hoje em dia os maiores empregos são baseados no seu lado social ,
o que você esta fazendo pelo social ???
pense e produza!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Solidariedade, onde andas?

A solidariedade é, sem sombra de dúvidas, a forma maior de alguém expressar o seu amor. Solidariedade é coisa fina e rebuscada. É sentimento nobre. É comum nas grandes tragédias, quando se vê o espírito de solidariedade impregnado em cada rosto anônimo, em cada gesto esboçado na vã tentativa de poder reverter tal acontecimento. Ninguém nesse mundo foi tão solidário às pessoas quanto Jesus. Ensinou-nos a repartir o pão. Mostrou-nos como devemos ser solidários aos mais fracos e oprimidos. . Portanto, foi Jesus aquele que melhor encarnou o espírito de solidariedade, durante todo tempo em que veio pregar o Evangelho entre os homens.

Nos anais da história é fácil encontrar exemplos de pessoas que fizeram desse sentimento uma bandeira de luta, uma razão de vida. Casos de homens e mulheres que doaram parte de suas vidas sendo solidários a uma causa, transformando a vida de muitos, são comuns de se ver. Acontece, aconteceu e continuará a acontecer. É um fato insofismável e digno de louvor.

Agora, o que fica bem visível diante de nós, é a escassez desse sentimento entre as pessoas, nos últimos tempos. Lamentamos que o homem esteja tão envolvido, apenas e simplesmente, com os seus problemas e suas necessidades básicas. Parece não sobrar mais tempo para o outro. Os vizinhos quase não se conhecem mais, parecendo até que todos preferem viver em total anonimato. Um simples "bom-dia" nas grandes cidades virou artigo de luxo. E o pior nisso tudo é que passou a ser comum. De tão comum que é já passou a ser normal. É uma pena que seja assim. A luta do dia-a-dia tornou as pessoas frias e calculistas. O que se vê é uma grande massa a correr pela sobrevivência, tornando-se todos autênticos equilibristas. Pior que isso: todos vivem a crueza fria da competição. E dessa realidade extraímos que todos parecem ser meros inimigos. Em meio a tudo isso, vemos ainda "ilhas" de pessoas a desenvolverem tão salutar sentimento pelo próximo. Enquanto pessoas assim ainda viverem, sem dúvida alguma, irão nos poupar de perguntar: "Solidariedade, onde andas?"